A procura de Pessoa, o poeta

Sentada no Largo de São Carlos, oiço um sino, a minha frente uma estátua com cabeça de livro e dela sai o poema   O sino da minha aldeia,Dolente na tarde calma,Cada tua badaladaSoa dentro de minha alma.E é tão lento o teu soar,Tão como triste da vida,Que já a primeira pancadaTem o som de […]

Lisboa, a moura encantada

Lisboa, a moura encantada   Lisboa nos teus becos perco os meus passos Nos teus odores os meus sentidos E na melodia das tuas Tágides os meus ouvidos   Lisboa por tantos vilipendiada Na argamassa das tuas pedras perdem-se os caminhos Para uns uma monótona rotina Para outros casa que esconjuro algum conseguiu suavizar o […]